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Destaque
Confira os números finais da eleição deste domingo em Crissiumal
Flávio Bolsonaro obteve 5.388 votos, enquanto Lula recebeu 3.020 votos no município
Crissiumal concluiu a apuração do segundo turno das eleições presidenciais neste domingo (25/10), com 100% das 48 seções eleitorais totalizadas.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL – 22) foi o mais votado no município, recebendo 5.388 votos, o equivalente a 64,08% dos votos válidos.
Já Lula (PT – 13) recebeu 3.020 votos, correspondentes a 35,92% dos votos válidos.
A diferença entre os dois candidatos foi de 2.368 votos a favor de Flávio Bolsonaro.
Confira os números finais em Crissiumal
Flávio Bolsonaro (PL – 22): 5.388 votos (64,08%)
Lula (PT – 13): 3.020 votos (35,92%)
Os dois candidatos somaram 8.408 votos válidos.
Comparecimento e abstenção
O município tinha 10.489 eleitores aptos a votar. Desse total, 8.662 compareceram às urnas, representando 82,58% do eleitorado.
A abstenção foi de 1.827 eleitores, ou 17,42%.
Também foram registrados 115 votos em branco (1,33%) e 139 votos nulos (1,60%), totalizando 254 votos entre brancos e nulos.
Os dados finais foram atualizados pela Justiça Eleitoral às 20h41min55s deste domingo, com 100% das seções totalizadas.
Guia Crissiumal — Informação local, com credibilidade.
Com mobilização nas redes e nas ruas, candidato superou adversário
Luiz Inácio Lula da Silva, 80 anos, foi reeleito neste domingo (25) para seu quarto mandato à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores (PT).
Com mais de 98,2% das urnas apuradas, Lula obteve 51,75% dos votos válidos, o equivalente a 64.060.863 votos em uma campanha que tomou fôlego no segundo turno, a partir de uma reação nas redes sociais e de manifestações de rua.
Ele venceu o adversário Flávio Bolsonaro (PL).
Nas redes, Lula adotou um tom mais informal, gravando vídeos em formato selfie e falando diretamente com o eleitor. Mas a grande guinada nesse quesito foi a entrada do deputado André Janones (Rede-MG) na campanha.
Janones criou o grupo “Exército de Lula” no WhatApp, que reuniu mais de 10 milhões de pessoas e, com a ajuda delas, aumentou o engajamento da esquerda nas redes sociais e amplificou a campanha pró-Lula.
Ao mesmo tempo, a população foi às ruas em atos espontâneos. Movimentos sociais e estudantes organizaram várias mobilizações em dezenas de cidades pelo país. As imagens das ruas tomadas de vermelho ajudaram a dar o tom de uma virada até então inédita no segundo turno.