Notícia

Polícia - 13/05/2022 - Cuidado com o golpe do falso empréstimo


Crissiumalense registrou Boletim de Ocorrência nessa quinta-feira

Uma moradora de Crissiumal registrou nessa quinta-feira (13/05) na Delegacia Online, um Boletim de Ocorrência, por ter sofrido a tentativa de um golpe de falso empréstimo.

A ação de criminosos que utilizam as redes sociais para aplicar golpes chama a atenção e, infelizmente, não é de hoje. A pandemia de coronavírus e a necessidade do distanciamento social aceleraram o movimento de pessoas procurando as plataformas sociais para compras, vendas, pagamento de contas e inúmeras outras atividades. Se, por um lado, o espaço digital tem facilitado o dia a dia, ele também pode ser um prato cheio para estelionatários. 

Um dos crimes que vêm chamando a atenção é o falso empréstimo. Golpistas enviam mensagens (via SMS ou aplicativos de conversa) se passando por representantes de instituições financeiras e oferecendo empréstimos com condições muito vantajosas. Para liberar os valores, no entanto, eles pedem um pagamento adiantado. E aí está o golpe. Uma vez pago, o dinheiro e os golpistas desaparecem, deixando o prejuízo para a vítima. 

O Analista de Gestão de Risco do Sicoob MaxiCrédito, Leonardo Caldart, explica que há toda uma engenharia social por trás dessas armadilhas e os criminosos usam de vários argumentos e artifícios para convencer da legitimidade da oferta e induzir a pessoa a aceitar a proposta. E para  ajudar a reconhecer ou desconfiar deste tipo de ação, ele dá algumas dicas: 

1) Não é cobrado sinal para liberação de recurso 

As instituições não exigem pagamento (depósito, Pix ou qualquer outra forma) como condicionante para liberar o dinheiro do empréstimo ou crédito consignado. A orientação é não fazer esses pagamentos, especialmente se a conta de destino seja de uma pessoa física. Outro cuidado importante é contratar consórcios ou empréstimos somente de instituições financeiras ou bancos autorizados pelo Banco Central. 

2) Instituições não buscam clientes oferecendo dinheiro 

As instituições financeiras não enviam mensagens oferecendo valores para pessoas. Seja por aplicativos de mensagens ou redes sociais. O movimento é da pessoa interessada em buscar o recurso diretamente com os bancos, cooperativas ou financeiras. Quando a instituição promove campanhas ou ações oferecendo crédito, ocorre a divulgação em veículos de imprensa e também mídias sociais oficiais. 

3) Atenção ao que está escrito na mensagem 

A primeira orientação é ficar atento ao texto da mensagem. Se há erros de português, ou o nome e número da instituição não batem com o cadastro no Banco Central são mais indicativos de possível golpe. Ainda é importante cuidar o DDD do aparelho de onde partiu a mensagem. O alerta também vale para bancos digitais e a orientação é que a pessoa busque apurar se os códigos identificadores e os nomes constam no cadastro do Banco Central.   

4) Não clicar em links suspeitos! 

Caldart enfatiza a importância do cuidado na hora de clicar em links enviados por SMS ou mensagens em redes sociais. Eles podem ser a porta de entrada para a instalação de vírus ou dispositivos que permitam a clonagem do celular ou invasão do computador de onde os dados da vítima serão extraídos. Outro fator que pode ajudar na hora de ter uma segurança maior ao acessar um site, é observar se aparece um cadeado na barra de endereço ou que ele comece com ‘https’ – o S quer dizer que o site é seguro. Ter um antivírus de qualidade também faz a diferença. 

5) Não confirme seus dados nem repasse documentos 

O golpe começa a partir do momento que a vítima inicia a conversa com o golpista, que pede documentos, podendo até mesmo enviar um contrato falso. “Você passando suas informações, o golpista poderá usar seu nome, inclusive, para outros tipos de fraude”, alerta. É aí que pode entrar a modalidade conhecida como Phishing, já que são inúmeras mensagens disparadas, como em uma pescaria. Mesmo que apenas algumas pessoas sejam vítimas, ainda sim é lucro para os criminosos.  

 

Cai em um golpe. E agora? 

A orientação é que a pessoa faça um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil registrando o golpe. Essa também é uma medida que pode ajudar a pessoa caso os golpistas usem os documentos dela para novos crimes ou de forma indevida.  

Se o pagamento for feito por Pix, o dinheiro quase que imediatamente é encaminhado para outras contas. No entanto, com as mudanças anunciadas recentemente pelo Banco Central, as instituições podem fazer a tramitação para possível devolução dos valores em caso de fraude ou falha. A solicitação pode partir do próprio pagador, ou pelo banco/cooperativa ao perceber indícios de irregularidades. Já se for por boleto e a pessoa perceber logo depois de pagar que se tratava de um golpe, ela tem até duas horas (a partir do pagamento) para tentar cancelar a operação junto à instituição. 

 

Fonte Colaborativa: Sicoob MaxiCrédito - Assessoria de Imprensa

Postado: Clécio Marcos Bender Ruver
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