Confira os destaques desta edição
Destaques da edição nº.179 do Momento Leite
- Captação de leite no RS de crescer 8% em 2012
- Mesmo com acordo assinado, preço do leite na Argentina recua em agosto
- Estiagem preocupa os produtores do noroeste do Paraná
Captação de leite no RS de crescer 8% em 2012 - A indústria gaúcha de laticínios deve encerrar 2012 com crescimento de 8% na captação de leite. Dados do Sindilat indicam que a industrialização chegará a 4,4 bilhões de litros. Ainda assim, a capacidade ociosa ficará na faixa de 40%. Entre 2007 e 2011, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Leite, a industrialização no país cresceu em media 5,5% ao ano. Santa Catarina registrou alta de 13% no processamento, elevando sua participação para 8% no total produzido no país. Atrás, vieram Paraná (11,6%) e Rio Grande do Sul (7,2%). De acordo com o secretário de Agricultura de Santa Catarina, João Rodrigues, o resultado deve-se a fatores como a instalação de dezenas de pequenos empreendimentos e de duas agroindústrias atraídas por benefícios fiscais (Piracanjuba, em Maravilha, e Aurora, em Pinhalzinho). Para 2012, Rodrigues prevê crescimento e novos projetos. (Correio do Povo)
Mesmo com acordo assinado, preço do leite na Argentina recua em agosto - Preços do leite na Argentina continua rec - Em julho, quando as primeiras fábricas foram interditadas, a indústria recuou na redução dos preços aos produtores. Mas, já sabendo que não tinham capacidade de pagamento. Mesmo com a assinatura do acordo, no início de agosto, de manutenção dos preços de maio até dezembro, a matéria prima teve o preço cortado em agosto. E, agora, isto se confirma. São dois centavos a menos, e estimativas de cortes de mais 6 centavos até o final do ano. O governo esperava esse resultado, e não tem dinheiro para compensar as perdas inevitáveis da primavera, quando a oferta aumenta. As pequenas e médias empresas sofrem mais. Os queijos são vendidos a 19 pesos o quilo, e os supermercados os vendem a 35 pesos. Se não houver ações concretas, será muito difícil, tanto para industriais como para produtores, chegar ao final do ano. (La Opinion Line – Tradução Livre: Terra Viva)
Estiagem preocupa os produtores do noroeste do Paraná - Produtores de leite do noroeste do Paraná começam a se preocupar com os prejuízos provocados pela estiagem. Segundo eles, sem chuva, os pastos tendem a ficar mais secos. Isso faz com que as vacas se alimentem menos, consequentemente, reduzindo a produção do leite. O produtor rural Jéfferson Zubioli já faz as contas. “É -20% a -30%, a produção”. Outro problema enfrentado é o preço da ração. Subiu de R$ 0,60 para R$ 1,00 o kg. Mesmo com a baixa na produção e com o aumento dos custos, o preço do leite no mercado, caiu. “Dentre todas as dificuldades que eu já vi até hoje, nos 10, 15 anos que eu trabalho, essa é a pior”, afirma o produtor Avelino Valério. Para a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, ainda é cedo para contabilizar os prejuízos. Porém, os problemas, de acordo com o economista da Seab Ático Luiz Ferreira, começam a causar incertezas no setor. “A situação fica mais complicada em razão do preço do leite, que hoje está entre R$ 0,70, R$ 0,78. Já faz quase um ano que está nesse preço. Muitos produtores estão trabalhando no vermelho”, revela. (G1/PR – Terra Viva)
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Postado: José Valdenir Mallmann| Tweet |