Confira os destaques desta edição
Destaques da edição nº.165 do Momento Leite
- Preços do leite recua na entressafra e custo de produção sobe
- Captação de leite ganha força no Sul do Brasil
- Preço do leite começa a acender o “sinal vermelho” no Paraná
- Leite volta ao debate com a aproximação da Expointer
Preços do leite recua na entressafra e custo de produção sobe - O valor do litro do leite entregue à indústria sofreu desvalorização de 5,5% em média no mês de junho quando comparado ao mesmo mês do ano anterior. Já o custo para produzir este mesmo litro de leite foi reajustado em 8% no período. Os dados divulgados nesta sexta-feira, 29, pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/ USP, mostram que o quadro é desestimulador para o produtor. Apesar da redução na oferta de leite, em razão da menor produção de pastagens, o pecuarista não conseguiu valores melhores pelo produto porque os laticínios também registraram queda na margem de lucro.
“Havia uma expectativa de que o mercado de leite seguisse aquecido, como em 2011. Mas o varejo não absorveu o reajustes de preços e agora a indústria recuou nas compras para recuperar as margens”, esclareceu Celso Moureiro, presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios de Minas Gerais. (Milknet)
Captação de leite ganha força no Sul do Brasil - A safra de inverno no Sul do País ganhou força em junho com o clima favorável à produção de forrageiras. No Rio Grande do Sul, o Índice de Captação de Leite (ICAP-Leite) elaborado pelo Cepea, registrou significativo aumento de 11% frente ao mês de maio. Em toda a região Sul, o acréscimo foi de 7,4% no período. A expectativa, segundo agentes do setor consultados pelo Cepea, é de que a captação continue aumentando até agosto, quando deve ocorrer o pico de produção. Na média geral, considerando-se os sete estados incluídos nesta pesquisa (RS, PR, SC, SP, MG, GO e BA), o índice subiu 4%. Houve aumento da captação em todos os estados. (Cepea)
Preço do leite começa a acender o “sinal vermelho” no Paraná - Depois do aumento de até 11% em meados de maio, produtor de leite acompanha a vertiginosa queda dos preços em comparação ao custo de produção. Três fatores estariam contribuindo para isso: aumento da captação, aumento do preço dos insumos e a aplicação da Instrução Normativa 62 (IN 62). O crescimento da oferta e a pressão das indústrias/cooperativas em função da queda da margem de lucro que estão tendo, houve nova baixa dos preços do leite, em julho. “Os preços estão razoavelmente bons, comparados ao histórico dos anos anteriores. Contudo, em 2011 os preços pagos eram maiores, enquanto os insumos estavam a um custo acessível. Agora esta situação está se invertendo, os preços começaram a cair antes do período tradicional e aumentou muito o custo de produção”, explica o produtor Rodrigo Bellé, que também é presidente da Associação Leite Oeste, ao lembrar que, tradicionalmente, os preços começam a cair em setembro. Diante da situação, explica o presidente, o “sinal vermelho” começa a acender. (Jornal O Presente)
Leite volta ao debate com a aproximação da Expointer - Com a aproximação da Expointer, alguns temas recorrentes do setor agropecuário voltam ao debate. É o caso do leite. O Brasil produz atualmente 32 bilhões de litros de leite por ano. Mas poderia passar facilmente para 40 bilhões de litros por meio do consumo do produto pela merenda escolar, por programas sociais do governo federal e também com a redução das importações. Para isso, bastaria que o governo dispensasse ao leite um tratamento semelhante ao que é dado ao biodiesel. A opinião é do presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados, Wilson Zanatta. Ele participou do Papo de Marketing no Agronegócio, na Espm Sul, e garantiu que as empresas gaúchas do setor operam com 41% de ociosidade. (Jornal do Comércio/RS)
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Postado: José Valdenir Mallmann| Tweet |