Por Professora Leila Hartmann Scarpato

A educação fiscal está associada à cidadania. Uma boa cidadania implica que os direitos e deveres estejam interligados, e o respeito e cumprimento de ambos contribuam para uma sociedade mais equilibrada e justa.
Todo cidadão tem o dever de pagar tributos, mas ao mesmo tempo deve exigir a nota fiscal, assim estará contribuindo para que seus direitos sejam garantidos, pois o dinheiro é transformado em benefícios para a população, como praças, estradas, hospitais, escolas, entre outros. Ao mesmo tempo todo cidadão deve zelar pelo que lhe é proporcionado e é de uso comum do povo.
Todas as pessoas, seja com menor poder aquisitivo àquela com maior renda, tem o direito de cobrar qualidade nos serviços públicos. Para tanto, precisamos ter conhecimento do assunto.
Nessa circunstância, apresentar este tema na escola contribuirá para que o educando tome conhecimento através da educação fiscal sobre como funciona o sistema de arrecadação, os tributos, os quais são divididos em taxas, contribuições e impostos e a maneira como o dinheiro retorna em forma de serviços à população, seus direitos e deveres, bem como a matemática envolvida nos mesmos.
O conhecimento matemático, em suas várias manifestações, está intimamente interligado com a proposta da educação fiscal quando o mesmo é utilizado como ferramenta para resolver situações do dia a dia, como linguagem de comunicação e leitura do mundo.
A educação fiscal vem auxiliar na construção de uma consciência voltada ao exercício da cidadania, objetivando e propiciando a participação do cidadão no funcionamento e aperfeiçoamento dos instrumentos de controle social e fiscal do Estado.
Por Leila Hartmann Scarpato – Professora Municipal, Licenciatura Plena em Matemática e Pós Graduação-Especialização em Gestão e Organização da Escola.
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