Corregedoria-geral da corporação coleta provas e chamará segundo-tenente que admitiu queima de pneus
Caberá à própria Brigada Militar (BM) encontrar uma maneira de dar fim à onda de protestos dos policiais por reajuste salarial.
Além de manter suspensas as negociações sobre aumento, Casa Civil e Secretaria da Segurança Pública exigem do Comando-geral da BM rigor nos inquéritos que tiveram início na semana passada.
O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, indicou o comandante-geral da Brigada, Sérgio de Abreu, para tratar do assunto protestos. Procurado, o secretário da Segurança Pública, Airton Michels, declarou que somente a Corregedoria-geral da BM se manifestaria.
O corregedor João Gilberto Fritz informou que os inquéritos estão na fase de “coleta de provas”. No início da madrugada desta segunda-feria, um novo protesto foi registrado no bairro Restinga, em Porto Alegre. Desde 4 de agosto, são mais de 30.
ZERO HORA
Postado: Clécio Marcos Bender Ruver| Tweet |