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Ageleite - 30/04/2012 - Momento Leite 122


Confira os destaques desta edição

Destaques da edição nº.122 do Momento Leite

- Produção de leite cresce a níveis elevados no Uruguai

- China importa novilhas para se tornar um produtor dominante de leite

- A indústria de queijos do Brasil está vivendo uma situação muito difícil

- Produção em alta e produtores satisfeitos na Oceania

 

Produção de leite cresce a níveis elevados no Uruguai - Segundo dados do Instituto do Leite, no Uruguai, a produção de leite está crescendo a níveis elevados. No primeiro trimestre deste ano, foram captados 443,8 milhões de litros, crescimento de 23,7% na comparação com o mesmo período de 2011. Considerando apenas março a captação foi de 144,4 milhões de litros, 21,8% maior que março de 2011. Em relação aos preços, em março os produtores receberam, em média, US$ 0,416 (R$ 0,74 – setenta e quatro centavos) por litro de leite, 2,8% mais do que no mês anterior. Há um ano recebia-se 1,9% mais pelo leite. (RuralBr / Terra Viva)

 

China importa novilhas para se tornar um produtor dominante de leite - Numa das maiores levas de transporte transoceânico de gado da história, umas 100.000 novilhas do Uruguai, Austrália e Nova Zelândia embarcarão este ano em navios de vários andares específicos para esse fim - com destino à China. A carga é parte importante do esforço da China para satisfazer a crescente demanda doméstica por leite e recompor seus rebanhos, depois que um escândalo sobre leite adulterado deixou vítimas fatais em 2008, devastou a produção e levou os desconfiados consumidores chineses a adotar o leite importado. A indústria leiteira da China tem um longo caminho pela frente: as vacas chinesas têm metade da produtividade das suas primas americanas. Mas, assim como construiu sua liderança em eletrônicos, têxteis e fabricação de brinquedos, o governo chinês decidiu se tornar um produtor dominante de leite. (Valor Econômico)

 

A indústria de queijos do Brasil está vivendo uma situação muito difícil - A indústria de laticínios está vivendo uma situação difícil. Suas margens diminuem cada vez mais. O setor queijeiro, por exemplo, que é responsável pelo processamento de um volume expressivo da produção nacional, encontra-se, de um lado com aumentos substanciais dos preços do leite ao produtor, que, elevam o custo de sua matéria-prima principal e de outro o crescimento exponencial das importações de queijo do Mercosul e da Europa. Imaginem que, em 2007, foram importadas 7.100 toneladas de queijos no ano. Agora, apenas no primeiro trimestre de 2012 já foram importadas mais de 9 mil toneladas! Que medidas o governo está tomando para socorrer o setor queijeiro? Quem sabe nenhuma. (Terra Viva)

 

Produção em alta e produtores satisfeitos na Oceania - A temporada na Oceania está no final, mas com volumes sazonalmente altos. Os produtores estão felizes com as condições do rebanho, que deverá ter pouco estresse no inverno, se os padrões de tempo seguirem dentro da normalidade. Na Nova Zelândia são mantidas as projeções de que este ano a captação permaneça entre 9 e 10% acima da temporada passada. Na Austrália, onde os produtores souberam manejar o rebanho durante as inundações, o aumento esperado é em torno de 4%. Os produtores estão bastante otimistas neste final de temporada, pois é o segundo ano consecutivo de boa produção. Estão conscientes, no entanto, que um terceiro ano bom terá impacto nos preços. A gestão da atividade deverá ser bastante precisa. As indústrias trabalham um pouco acima do normal, para esta época do ano, mesmo assim estão confortáveis, obtendo um relativo equilíbrio entre a oferta e a demanda. (Terra Viva)

 

 

 

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Postado: José Valdenir Mallmann
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