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Ao ler esta certamente estamos vivos. Mas, sabemos que a partir de um momento estaremos entre os mortos. Uma pergunta deve nos acompanhar; Somos santos ou processo de santificação?
Sem dúvida, a vida é um presente de Deus. Deus é Santo, Ele nos criou à sua imagem e semelhança, Ele espera que também nós sejamos santos. Nos últimos dias pensamos tanto em morte e santidade. Jesus mesmo nos diz: “sede santos como vosso Pai do céu é santo”. Jesus veio para nos trazer a santificação e pelo batismo recebemos um caráter de santificação. Não podemos perder tempo neste espaço do mundo e tempo onde Deus nos colocou. Quando morre alguém vem a nossa mente uma porção de perguntas sobre o falecido. As mesmas perguntas cada um de nós deveria fazer sobre si mesmo. O presente da vida é questão de vida e morte, porque nos preparamos para a eternidade. Hoje podemos rezar pelos outros que já partiram clamando sobre eles a recompensa e a misericórdia de Deus. Certamente refletimos sobre seus exemplos, suas atitudes, sua vida em família e sua participação na comunidade eclesial. Do mesmo modo também devemos refletir sobre nossos exemplos, atitudes e vida na família e na Igreja e ver em que seria bom melhorar para já sermos mais felizes agora para de fato sermos como Deus nos quer, santos junto de si.
Santidade não é opcional, mas, é dever de cada cristão realizar a santidade da sua vida. Assim como a morte é certa, também a nossa salvação ou santificação é possível, pois, Deus nos dá a graça. Não devemos julgar tudo isto tão distante de nós, pois, para morrer basta estar vivo e para nos santificarmos basta sermos bons com Deus e com os irmãos vivendo o mandamento do amor. Admiramos a santidade de tantos que a Igreja nos coloca como modelo e exemplo para nós os imitarmos.
Que as nossas reflexões sobre vida dos falecidos nos façam olhar sobre nós mesmos para nos indagarmos como estamos vivendo a nossa vida. Quando for a nossa partida que ninguém lamente a vida que vivemos. Ao celebrarmos o dia de todos os santos também saibamos avaliar a nossa vida de santidade. Infelizmente muitas pessoas levam outras ao pecado. Somos irmãos para nos ajudarmos uns aos outros para alcançarmos a salvação.
Amigo e amiga! A morte é certa. Deus nos deu o presente da vida para um dia nos conceder um presente maior que é a vida eterna. A santidade não é utopia, é uma possibilidade para cada um de nós, e este é o nosso caminho. Não podemos perder tempo, pois, o tempo é o espaço da graça para a nossa santificação. O tempo é para Deus e não para as coisas do mundo. A vida é o tempo da graça, a morte é passagem para vida eterna, ressurreição é início da santidade em plenitude, fruto do que cultivamos e semeamos em vida.
Postado: Clécio Marcos Bender Ruver| Tweet |