Confira os destaques desta edição
Destaques da edição nº.171 do Momento Leite
- Escassez de trabalhadores agrícolas no mundo preocupa a Nestlé
- Fazendeiros da Nova Zelândia estão de olho no potencial de expansão do Brasil
- Seca dos Estados Unidos está segurando os preços do Milho no Brasil
- Problemas climáticos trazem otimismo aos produtores de leite do Uruguai
Escassez de trabalhadores agrícolas no mundo preocupa a Nestlé - A Nestlé, maior empresa do mundo do setor de alimentos, gastou US$ 22 bilhões em compras de matérias-primas agrícolas no ano passado. Sozinha, adquire 10% da produção global de café e 12% da produção de cacau, além de ser uma das maiores compradoras mundiais de leite, com uma fatia de cerca de 2%. No Brasil, a empresa adquire diretamente do produtor quase 100% do leite fresco que necessita. Em vários outros mercados, tem que importar o leite em pó. "Estamos muito inquietos sobre a próxima geração de agricultores no Brasil, Europa, Japão, EUA, porque não é mais atrativo estar na agricultura. Ninguém quer trabalhar na agricultura. A escassez de trabalhadores agrícolas é grande inclusive no Brasil, que quer ser o celeiro do mundo". (Valor Econômico)
Fazendeiros da Nova Zelândia estão de olho no potencial de expansão do Brasil - Em toda a Nova Zelândia, país de 4,2 milhões de habitantes e 4,9 milhões de vacas, que rendem em média 47,3 milhões de litros de leite por dia (e quase 2 milhões de ovinos), a relação entre produtor de leite e indústria é muito próxima, intermediada por cooperativas e sem pitacos do governo. “A cadeia produtiva é totalmente privada. Eles estão de olho no potencial de expansão do Brasil. Há fazendeiros neozelandeses irrigando pasto e usando carrossel em Jaborandi (BA) e em Goiás, onde a Fonterra planeja abrir uma fábrica em 2014 (em Goiânia) e tem uma fazenda de 860 hectares, em Cristalina. “Temos interesse em firmar parcerias tanto na área leiteira como de corte”, afirma o ministro Carter. Segundo ele, o que dificulta são os altos impostos e a proteção aos produtores. “É quase blindado.” (Globo Rural)
Seca dos Estados Unidos está segurando os preços do Milho no Brasil - A quebra de 100 milhões de toneladas na safra dos Estados Unidos está segurando os preços internos no Brasil. O país se tornou alvo dos importadores. No ritmo atual de exportações, o volume que sairá do país ficará próximo de 2 milhões de toneladas neste mês. Nos 13 primeiros dias úteis, já saiu 1,2 milhão de toneladas, no valor médio de US$ 255 cada uma, segundo a Secex. (Folha de SP)
Problemas climáticos trazem otimismo aos produtores de leite do Uruguai - Para Horacio Leániz, uma primavera com El Niño, a Argentina sem estrutura e a Austrália com seca, traz otimismo ao Uruguai, mas, sem esquecer os custos de produção. A produção do Uruguai deve ser mais moderada que os 15 ou 20% verificados nos últimos 18 meses, mas, deve variar entre 8 e 11%, projeta Leániz. É preciso ver se a indústria tem capacidade de absorver esse volume excedente. O presidente da Conaprole, Álvaro Ambrois, disse ao Observador que o último gDT foi promissor, mas, é necessário esperar para ver se a tendência se consolida. O diretor disse que justamente por causa da volatilidade dos preços nos últimos meses a cooperativa voltou a ajustar os preços no final do mês, com base nos negócios realizados no período. (El Observador – Tradução Livre: Terra Viva)
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Postado: José Valdenir Mallmann| Tweet |