Andressa faleceu aos 32 anos

Andressa Elianete Bender Schlosser nasceu no dia 06 de abril de 1988 em Crissiumal.
Acabou falecendo no dia 17 de maio de 2020, às 18h45min no Hospital de Caridade de Crissiumal, por Infarto Agudo de Miocárdio. Com a idade de 32 anos, 01 mês e 11 dias, deixando enlutados os pais Airton e Elisete, irmão Anderson, cunhada Suellen, sobrinho Heitor, avós Ido e Célia Schlosser, avó Ilsa Bender (sendo que o avô Fernando já lhe antecedeu na morte), tios, tias, primos e um vasto circulo de parentes e amigos.
Mensagem familiar: Ficará em nossos corações e na memória os momentos que pudemos ter ao lado de uma pessoa com um coração gigante. Mana alegrava por onde passava com seu sorriso largo e amigo. Simpática, alegre, carinhosa, carismática, essas eram apenas algumas de suas tantas qualidades. Disposta a ajudar a todos, com conselhos, palavras de tranquilidade e um apertado abraço. Guerreira, determinada, responsável e comprometida com seus estudos e trabalho. Tinha uma missão para com seus alunos que a realizava com grande maestria. Repassava não só seus conhecimentos, más, sua experiência de vida sempre despertando nesses alunos a curiosidade e a vontade de crescer. Era além de uma professora uma amiga que eles sabiam que podiam contar, brincalhona e verdadeira. O que nos conforta é a certeza que por onde ela passou ela deixou muito, pois ela era intensa e dedicada em tudo que fazia. Sempre aberta a novos conhecimentos, determinada e atualizada na sua vida profissional.
Mana exercia sua profissão com verdadeira paixão e por isso era tão admirada. Sempre demonstrou amor e carinho por crianças e certamente foi devido a isso que escolheu ser professora.
Viveu com grandes sonhos e um deles era o ser tia. Desejo, esse, que foi realizado e para sua felicidade ser completa foi convidada para uma bela missão de ser madrinha, a qual aceitou prontamente. A ansiedade era tanta que assim que soube que seria um menino, de imediato começou a comprar presentes relacionados ao time do coração (Grêmio), antes mesmo de ele nascer. Após o nascimento do afilhado, mesmo longe sempre esteve muito presente, demonstrando muito carinho e preocupação. Quando estavam juntos era pura alegria, aproveitando ao máximo os momentos que pode compartilhar junto dele. Resta a nós futuramente contar para ele quanto foi amado e desejado por essa tia/madrinha que agora virou uma estrelinha cuidando de todos nós. E como diz o vovô, Heitor vai amenizar a dor com seu jeitinho carismático que herdou de sua madrinha Andressa.
Algumas dores são difíceis de suportar, principalmente aquelas que são causadas pela morte de alguém que amamos tanto, más, tudo fica um pouco mais fácil quando temos ao nosso lado pessoas que nos apoiam de coração em momentos como esse. A todos da família, os amigos e pessoa conhecidas que de alguma forma fizeram chegar até nós palavras de conforto, o nosso muito obrigado. Pois nesse momento de luto e dor todo apoio é essencial; nosso agradecimento a todos que tentaram aliviar esta profunda tristeza. Enxugar as lágrimas e cuidar das feridas é a primeira tarefa a fazer após a morte de um ente querido, é um momento que sozinhos jamais conseguiríamos suportar. Fica um vazio em nossos corações, más, a vida tem que seguir, as feridas terão que ser curadas com o tempo, e continuaremos unidos, vivendo um dia de cada vez, enfrentando com coragem, com Deus em nossos corações e com a grande certeza que ela estará nos cuidando e continuará para sempre em nossos corações, um dia todos nós estaremos juntos novamente, em um lugar chamado céu.
Descansa em paz, te amaremos eternamente.
Postado: Clécio Marcos Bender Ruver| Tweet |