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Ageleite - 21/01/2013 - Momento Leite 224


Confira os destaques desta edição

Destaques da edição nº.224 do Momento Leite

 

- Importação de lácteos continua a crescer e preocupa o setor

- Produção de leite a baixo custo enfrentará limitações na Nova Zelândia

- Clima favorável e maior oferta de grãos faz custo de produção cair

 

Importação de lácteos continua a crescer e preocupa o setor - Apesar da produção nacional recorde de 32,5 bilhões de litros de leite em 2012, 3% superior a do ano passado, as importações brasileiras de lácteos (leite em pó, longa vida, queijo e manteiga, entre outros) continuam a crescer e a incomodar o setor produtivo no país. Segundo a Leite Brasil, entraram no país em 2012 um bilhão, trezentos e vinte milhões de litros de leite, ante um bilhão, duzentos e sessenta milhões no mesmo período de 2011. As compras custaram US$ 690 milhões (seiscentos e noventa milhões de dólares) em 2012, 13% a mais que no ano passado. As importações, a maior parte delas do Uruguai, são crescentes nos últimos cinco anos.

As importações de produtos uruguaios somaram US$ 200 milhões em 2012, 53% mais que em 2011, conforme dados Secex. Assim, o segmento insiste em limitar o comércio em 2013, e para isso aposta na subcomissão do leite na Câmara dos Deputados, que cobra atitudes eficazes dos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento. “Do jeito que está não tem condições de ficar”, diz o deputado Alceu Moreira (PMDB-RS). (Porta Lácteo)

 

Produção de leite a baixo custo enfrentará limitações na Nova Zelândia - A Nova Zelândia controla quase 40% do comércio global de lácteos. Tornou-se o maior exportador mundial por causa de seu foco nos mercados internacionais e em virtude de seu sistema de produção de leite a pasto, de baixo custo. Esse sistema deu ao país uma vantagem competitiva quando comparados aos sistemas intensivos, como os Estados Unidos.

Para o futuro, um número crescente de evidências sugere que o maior exportador mundial de leite enfrentará um período cada vez mais difícil para manter essa vantagem. O Governo da Nova Zelândia espera que a produção de leite na estação de 2012/13 do país (de 1 de junho a 31 de maio) permaneça estável, com menores rendimentos por vaca sendo compensados por um maior número de vacas. Por si só, isso não leva à previsão de uma deterioração da competitividade de preços do país – afinal, a produção de leite aumentou em 11% em 2011/12 e a produção anual da Nova Zelândia está maior do que nunca. (Milkpoint)

 

Clima favorável e maior oferta de grãos faz custo de produção cair – O clima favorável e maior oferta de grãos causam efeito positivo para o produtor de leite no Noroeste gaúcho. Dados da Emater e da Cooperativa Mista São Luiz (Coopermil) indicam que o custo de produção caiu nas últimas semanas em que a chuva, associada ao calor e à boa insolação, favoreceu o desenvolvimento das pastagens. Na região de Santa Rosa, a queda dos custos chega a 15%. (Correio do Povo)

 

Pare e pense: " Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco”.  (Edmund Husserl)

 

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Para acompanhar os destaques do Momento Leite acesse: www.guiacrissiumal.com.br

Postado: José Valdenir Mallmann
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