Confira os destaques desta edição
Destaques da edição nº.169 do Momento Leite
- Situação do preço do leite no Rio Grande do Sul
- Programa de qualificação do leite no RS será assinado na Expointer 2012
- Preço do milho deve continuar subindo
- Mercado mundial de está de olho na safra da América do Sul
Situação do preço do leite no Rio Grande do Sul - A estiagem prolongada fez com que as pastagens de inverno demorassem a crescer e a geada dificultou o desenvolvimento das plantas. O produtor, Egídio Friske conta que está bem mais caro produzir leite e o preço do produto caiu. Ele está recebendo R$ 0,65 por litro de leite. No ano passado o preço era R$ 0,76. Mas a alimentação está, em média, 40% mais cara do que no ano passado. De acordo com a Emater, os criadores precisam buscar formas de melhorar a produção, antes que os problemas, que são sazonais, ocorram. "O pessoal gostaria que assim como a soja deu um estouro em função da falta, o leite também aumentasse na mesma proporção. Mas o leite também tem que chegar à mesa do consumidor pobre. O produtor tem que buscar alternativas para baratear os custos de produção e não depender somente dos fatores climáticos, é preciso usar os programas do governo para irrigação”, explica Flávio Fagonde, engenheiro agrônomo. (Globo Rural)
Programa de qualificação do leite no RS será assinado na Expointer 2012 - Para qualificar a produção leiteira de 9,5 mil pecuaristas vinculados ás 40 indústrias gaúchas, a Associação de Pequenas Indústrias de Laticínios do RS (Apil) assinará, na Expointer, um convênio com o BRDE, (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul). Conforme o diretor administrativo do banco no Estado, José Hermeto Hoffmann, a ideia é viabilizar aquisições de resfriadores e ordenhadeiras através de consórcio entre produtores. O presidente da Apil, Clóvis Marcelo Roesler, espera que, com isso, os equipamentos possam ser adquiridos a menor custo e que o processo seja agilizado. (Correio do Povo)
Preço do milho deve continuar subindo - A seca que afeta a produção de grãos nos Estados Unidos ainda não foi toda incorporada pelos preços praticados pelo mercado. Ainda há dúvidas sobre o volume final da safra e a perda pode ser maior do que a anunciada até agora. No caso do milho, são 102 milhões de toneladas perdidas em relação à estimativa inicial. Com isso, "os preços continuarão subindo, pelo menos enquanto persistirem as dúvidas sobre o real tamanho da produção norte-americana de grãos". A avaliação é de Giovanna Siniscalchi, economista e analista de commodities do banco Itaú. Na avaliação dela, o preço de milho -produto mais afetado pela seca- poderá ter alta adicional de 30% até o final do ano. Nesse mesmo período, a soja subiria cerca de 10%. A oleaginosa foi menos afetada pela seca e ainda há tempo para a recuperação da produtividade, desde que o clima favoreça. No caso do milho, a quebra da safra é irrecuperável. (Folha de SP)
Mercado mundial de está de olho na safra da América do Sul - O mercado internacional está de olho, agora, na América do Sul, cujo plantio começa em breve. O problema é que, se setembro continuar seco, poderá haver atraso no plantio, afirma Giovanna. Além do fator climático, o mercado vai ser afetado pela demanda, que, apesar de dois meses de preços altos, ainda não deu sinais de queda, diz a analista do Itaú. O mercado só ficará estabilizado com a safra elevada na América do Sul, uma vez que a demanda continua alta e os estoques são baixos. (Folha de SP)
Um grande abraço e um ótimo final de semana.
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Postado: José Valdenir Mallmann| Tweet |