Leia na íntegra

Uma peça publicitária veiculada na televisão diz: “Professor – Profissão geradora de profissões.”
Uma frase verdadeira. Médicos(as), enfermeiros(as), advogados(as), engenheiros(as), psicólogos(as), padeiros, pedreiros, balconistas, atendentes, etc. Qualquer profissão que pensarmos ou lembrarmos, todos, sem exceção, tiveram seus professores e mestres que lhes ensinaram desde o básico.
Lembramos dos nomes dos nossos primeiros professores, os guardamos com carinho aqueles que nos ensinaram a identificar as letras, juntá-las em sílabas, formar palavras e com elas construir frases, fazer contas.
Se você está lendo este texto agora, é porque teve um professor.
Mais do que uma profissão, professor é vocação. Ensinar requer esforço, preparo, dedicação.
Ser dedicado significa oferecer-se com afeto a alguma coisa ou pessoa; significa consagrar-se a determinado serviço, encarando todos os sacrifícios que forem necessários para executá-lo. Um professor dedicado gasta horas e horas de sono procurando reunir o melhor que puder para apresentar à classe para contribuir na sua formação. Não apenas acadêmica, mas procurando formar cidadãos.
Ensinar é mais do que transmitir conhecimentos. Ser professor apenas para transmitir conhecimentos talvez seja até fácil, mas não se chegará a lugar algum. Primeiro, porque quem apenas se dispõe a transmitir o que sabe está totalmente fora dos objetivos básicos do ensino, e segundo, porque o verdadeiro papel do professor não é ensinar, mas contribuir para a transformação de vidas através do ensino.
O professor auxilia e contribui em cada fase da vida, tanto a nível pessoal como profissional. Isso porque o faz por amor ao que faz.
Parafraseando o texto bíblico da 1ª Carta aos Coríntios, no capitulo 13, podemos dizer do professor: Ainda que deixe desgastar nos estudos, se não tiver amor aos alunos, nada disso aproveitará no esforço de ensinar.
O professor é paciente, bondoso, não é invejoso, não trata os outros com leviandade, nem se ensoberbece. Quando existe amor, o professor não busca os próprios interesses, não se porta com indecência, não se irrita com facilidade, não suspeita mal do seu colega, não permanece indiferente ao trabalho, mas age em favor do próximo, na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
É este amor divino que inspira e dá forças para tudo sofrer, tudo crer, tudo esperar, tudo suportar, na nobre missão de ensinar. Se existe amor, o professor será sempre um grande mestre, inovador, participativo, criativo… terá a visão de que sem Cristo o mundo jamais conhecerá a verdadeira paz.
Postado: Clécio Marcos Bender Ruver
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