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Fabricantes de produtos lácteos lançam associação do setor em Brasília - A união de 29 grandes fabricantes de produtos lácteos, entre elas líderes do mercado, irá criar a Viva Lácteos. Juntas, elas são responsáveis por 70% da produção de leite e derivados do país, incluindo iogurtes, queijos e requeijões. A nova associação será lançada em jantar nesta terça, dia 8, em Brasília (DF).
A Viva Lácteos nasce com a meta de unir o setor e desenvolver políticas que permitam aumento da competitividade, maiores ganhos de produtividade e das exportações, além de estimular o consumo de leite e derivados.
O mercado de lácteos deve movimentar mais de R$ 100 bilhões em 2014. Atualmente, o Brasil é o quarto maior produtor de leite do mundo, empregando cerca de 4 milhões de pessoas, a maioria no campo. O setor lácteo é o segundo em geração de empregos no País, ficando atrás apenas da construção civil. (Portalácteo)
Crescimento da produção de leite no Brasil - A produção brasileira de leite vem crescendo a cada ano. Porém grande parte desse crescimento se deve ao aumento do número de vacas ordenhadas do que ao aumento da produtividade. A produtividade do rebanho nacional cresceu aproximadamente 23% nos últimos 10 anos enquanto a produção total cresceu quase 50% (IBGE, 2013).
Hoje a produção nacional é capaz de fornecer à população brasileira aproximadamente 170 litros de leite/habitante/ano, quantidade inferior aos 210 litros recomendados pelos órgãos de saúde nacionais e internacionais. Com a estimativa de crescimento da população brasileira até 2023 para 216 milhões de habitantes, o volume de leite produzido deverá ser de 45,3 bilhões de litros/ano. As projeções indicam que em 2023 o País exportará cerca de 150 milhões de litros de leite ao ano. (Portal Brasil / Milknet)
Melhoramento genético do gado leiteiro - Atualmente, cerca de 70% das doses de sêmen comercializadas para gado de leite no Brasil são importadas. Com o fortalecimento dos programas de melhoramento genético, tanto de raças especializadas quanto de raças adaptadas às condições de clima e de manejo que prevalecem no Brasil, espera-se que em 10 anos este percentual seja reduzido para 50% e a inseminação artificial (IA) seja utilizada em 25% do rebanho leiteiro nacional.
O aumento da participação de material genético nacional poderá ocorrer justamente nos rebanhos que hoje não utilizam técnicas como a inseminação artificial já que apenas 10% do rebanho leiteiro utiliza esta importante biotécnica reprodutiva. Além de disponibilizar genética de alta qualidade para o produtor nacional, o crescimento da atividade também promoverá o desenvolvimento de um setor à montante da pecuária, gerando empregos e renda. (Portal Brasil / Milknet)
Pare e pense: “Tem pessoas que criam suas próprias tempestades e depois ficam tristes quando chove”.
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Postado: José Valdenir Mallmann| Tweet |