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Educação - 07/07/2015 - Escola Ponche Verde realiza teste de tipagem sanguínea


Este ano o exame foi realizado em parceria com o Laboratório LABCRUZ de Crissiumal

 

Atualmente a transfusão de sangue é rotina em hospitais e hemocentros. Entretanto, ela só se tornou uma prática relativamente segura depois de o médico austríaco Karl Landsteiner (1868-1943) observar que havia diferenças no sangue de diversos indivíduos. Com a colaboração de outros cientistas, ao longo da primeira década de 1900, foram identificados quatro tipos sanguíneos: tipo A, B, AB, O. 

 

Sabendo da importância de conhecer seu tipo sanguíneo, as professoras de Biologia Marlei Dumke e Rosana Bender, da Escola Estadual de Ensino Médio Ponche Verde oportunizaram a realização de teste de tipagem sanguínea na escola à professores, funcionários e alunos do 3º ano do Ensino Médio do turno manhã e tarde e para todos do noturno que tiveram interesse. A ideia surgiu da constatação em aula de que a grande maioria dos alunos não sabia o seu tipo sanguíneo, ou sabiam, mas não possuíam a carteirinha. Hoje na sua 2ª edição já se apresenta como um projeto da escola desenvolvido no componente curricular Biologia.  

 

Este ano o exame foi realizado em parceria com o Laboratório LABCRUZ de Crissiumal, onde o bioquímico Cassiano Cruz foi até a escola no turno da manhã e da noite para realizar a coleta de sangue e demonstrar aos alunos como é realizado o teste.  Atividades desse tipo são as formas multidisciplinares de envolver o conteúdo instigando o interesse por algo que é do cotidiano, proporcionando com certeza, aprendizagem significativa, porque sabemos que em alguns momentos da vida, é imprescindível saber certas informações sobre a própria saúde. Uma delas é saber qual é seu tipo sanguíneo e o fator Rh, o problema é que nem todo mundo sabe responder a essa pergunta e também não faz ideia do quanto essa informação é importante, pois cada indivíduo pertence a um grupo sanguíneo, sendo este adquirido de maneira hereditária através de genes, um de origem materna e outra paterna. 

 

 

 

Texto e fotos: professora Rosana Bender e Marlei Dumke

Postado: Leila Ruver
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