Marco André Simm de Faveri tomou posse na última sexta-feira

Em cerimônia realizada no Plenário do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul em Porto Alegre, na sexta-feira, dia primeiro de julho, tomou posse no cargo de Juiz de Direito Substituto o crissiumalense Marco André Simm de Faveri.
Após concurso público com várias fases de provas iniciado com mais de 11 mil bacharéis em direito de todo o Brasil, o certame veio ao fim com a aprovação de 93 novos juízes, em que Marco André alcançou a 13ª posição.
Agora o crissiumalense passará pelo curso de formação em Porto Alegre, com duração de cerca de dois meses, quando então poderá escolher a Vara Judicial em que exercerá a função de juiz entre as vagas no Estado do Rio Grande do Sul disponibilizadas pelo Tribunal de Justiça.
Marco André é casado com a advogada Fernanda Cristina Weirich de Faveri, pai de Isadora com 7 anos e de João Pedro com pouco mais de 1 mês de vida. É filho de José Remi de Faveri (in memoriam) e de Maria Dulce Simm de Faveri, sendo que na infância residia na comunidade de Lajeado Grande, interior de Crissiumal, juntamente com seus irmãos Paulo Cézar e Mauro Luís.
O novo magistrado conta que, entre os anos de 1995 e 2006, por ingresso por concurso público, trabalhou na Prefeitura Municipal de Crissiumal. Posteriormente, no mesmo ano de 2006, em razão de nova aprovação em concurso público, ingressou no quadro de servidores da Justiça Federal do Rio Grande do Sul, onde por vários anos exerceu a função de Oficial de Gabinete (assessoria de magistrados), permanecendo até o momento.
Marco André é graduado em Direito pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), com Láurea Universitária. Concluiu pós-graduações lato sensu em Processo Civil pelo Centro Universitário Internacional de Curitiba/PR e em Ciências Criminais pela Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), Campus Canoas/RS. É Mestre em Direito pela Faculdade Meridional - IMED de Passo Fundo/RS. Atualmente, cursa Mestrado em Data Protection, Cyber Security and Digital Forensics pela Università degli Studi di Perugia – Itália.
Refere o magistrado que “ser juiz é olhar o outro com empatia, exercendo a jurisdição de forma humanizada e comprometida com o abrandamento das desigualdades sociais, para que todas as pessoas possam ter acesso efetivo à dignidade”.
Postado: Leila Ruver
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