Como Crissiumal será afetada pela paralisação desta quinta-feira

Conforme já antecipado pelo GC na noite desta terça-feira, a cidade de Crissiumal também sentirá reflexos da paralisação dos servidores estaduais, que acontece nesta quinta-feira (03) em todo o RS, em virtude do frequente parcelamento de salários por parte do Governo Estadual.
As duas maiores escolas estaduais da cidade estarão sem aulas. Ponche Verde e Rocha Pombo confirmaram que irão aderir ao movimento, com a recuperação das aulas.
Na segurança pública a polícia estará atendendo apenas urgências, em regime de plantão, com a Delegacia de Polícia Fechada.
Conforme divulgado no início da noite desta quarta-feira, os bancos públicos estarão fechados, onde deverão estar fechados em Crissiumal o Banrisul, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, já que o juiz do Trabalho Jorge Alberto Araújo, titular da 5ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, determinou o fechamento das agências de sete instituições bancárias, das 6h às 21h, no Rio Grande do Sul nesta quinta-feira. A medida tem o objetivo de preservar a segurança dos bancários em razão da paralisação dos servidores de segurança pública do Estado. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 1 milhão por estabelecimento. Agências da Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banrisul, Banco Safra, Banco HSBC, Itaú Unibanco e Banco Bradesco, estarão fechadas em todo o território do Rio Grande do Sul.
Em vídeo divulgado em suas redes sociais no início da tarde, o governador José Ivo Sartori pediu aos sindicatos que não estimulem um clima de “clima de medo e pânico” durante as paralisações de servidores agendadas para esta quinta-feira. As manifestações ocorrerão por conta de um novo parcelamento de salários promovido pelo Executivo. Na mensagem, Sartori advertiu que o Piratini irá punir excessos nos protestos. “Espero que as manifestações ocorram dentro do que prevê a lei, de forma pacífica e ordeira. Não vamos tolarar qualquer ato de desobediência e desrespeito aos 11 milhões de gaúchos”, afirmou ele, que em seguida acrescentou dizendo que o clima de medo “só favorecerá a criminalidade”. O governador, contudo, afirmou que confia nas instituições de segurança do Estado. “Tenho certeza que os policiais civis e militares, mesmo com todas as dificuldades vão honrar a história da nossa Brigada Militar e a Polícia Civil”, afirmou.
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